[102] Fonte de Luz

O Verdadeiro Espírita

Allan Kardec escreveu “Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más”. ¹

Entendemos que, ao dizer “verdadeiro espírita”, Kardec estava se referindo à meta que o Espiritismo quer alcançar em relação aos seus adeptos, e essa meta ele a coloca no esforço em a pessoa se melhorar e nas transformações que ela quer atingir.

Refletindo sobre a afirmação de Kardec, entendemos que não é fácil ser espírita na legitima acepção do termo!

Quantas vezes fraquejamos, vacilamos diante de situações que exigem de nós firmeza de caráter; quantas vezes cedemos ou hesitamos em decisões que exigem desprendimentos; quantas vezes traímos as nossas próprias convicções, porque ainda não conquistamos a necessária nobreza de sentimento para rechaçar com coragem os apelos insidiosos das tendências inferiores que ainda carregamos em nossa individualidade.

Não é difícil concluir que não compreendamos ainda o verdadeiro espírito do Espiritismo, podemos permanecer indefinidamente na condição de insipientes estudantes de espiritismo sem darmos provas cabais da melhoria do nosso padrão de moralidade.

O progresso é lei divina, inexorável, a exigir da criatura avanço contínuo na busca do conhecimento de si mesma, mas, talvez quando decidirmos pela nossa verdadeira reforma moral seja tarde demais para concretizá-la aqui em nossa atual morada planetária.

Aproveitemos a oportunidade que a Casa oferece através do ESDE, para conhecer em profundidade o Espiritismo: ciência que vem revelar aos homens, por provas irrecusáveis, a existência e a natureza do espiritual (…). (Allan Kardec, o Evangelho Segundo o Espiritismo, cap.I). É tempo de semear…

O fato de ainda não correspondermos inteiramente ao ideal que abraçamos não nos tira o qualificativo de espíritas; apenas não nos dá a condição de bons espíritas ou espíritas verdadeiros.

Kardec, ao usar a expressão “verdadeiro espírita”, se referia aos espíritas que já assumiram consigo mesmo o compromisso de se melhorar.

É necessário, esforço, perseverança, coragem para se fazer merecedor desse qualificativo. A semeadura é livre, mas a colheita, esta é obrigatória!

O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap, XVII, 4.


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